sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Submit e On-line

Postado por Sabrina Fávero às 13:11 0 comentários
Um dia após o resultado do Itep minha agente submeteu meu application para a revisão da Au Pair in América dos Estados Unidos. Aí começa a angústia para ficarmos on-line. Apresentei três referências e eles entraram em contato com apenas uma. 
No dia 10/10/2014 minha documentação foi enviada e no dia 15/10/2014 recebi o e-mail:

"Dear Sabrina,
You have been accepted onto the Au Pair in America program.
Please log into the Au Pair in America website regularly to view any updates about your application. You will also find lots of useful information about matching with a host family and life in the US.
Please feel free to contact us with any questions and we hope to find you a great host family soon.
Kind regards,
Au Pair in America"

Rápido, indolor. Acho que a sorte tem me sorrido no meu processo. Conto no próximo post sobre as primeiras famílias que apareceram. Sim, no plural. Já apareceram.

Beijos,

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

ITEP e Resultados

Postado por Sabrina Fávero às 12:24 0 comentários
Vamos lá! haha

Cheguei pontualmente às 9h na agência para o início do teste e, pasmem, saí de lá 11h30. Primeiro minha agente iniciou a conferência da documentação, já que aproveitei a viagem para entregar meu Applicantion também. Antes do Itep propriamente dito, fiz um teste psicológico com mais de 100 perguntas e em Português. Obviamente não existiam respostas certas ou erradas, mas aquelas que se encaixam mais com nosso perfil. Acredito que seja só para um norte de personalidade mesmo, nada que deva nos "reprovar" por exemplo. 
Após esse teste, minha agente iniciou a entrevista comigo, em Inglês. Eu estava um pouco apreensiva, mas já tenho certa intimidade com ela, então consegui me controlar bem e mostrei, de fato, meu inglês. Esse papo durou algo em cerca de 25 minutos, e ela me fez as peguntas básicas e fundamentais:

1. Me fale sobre sua experiência com crianças.
2. Por que você decidiu ser Au Pair
3. Me fale com quem você vive e como é seu relacionamento com a sua família.
4. O que você gosta de fazer com as crianças dentro de casa?
5. E fora?
6. Você gosta de cozinhar?
7. Tem algum 'dom'?
8. Quais suas obrigações no serviço de casa?
9. Tem medo de dirigir nos EUA?

Enquanto íamos conversando, ela ia escrevendo algumas coisas no computador, que eu suponho que seja no meu Application. Ela perguntou a quanto tempo eu fazia inglês. Gente, eu nunca fiz inglês! Pra não dizer "nunca", me matriculei pela primeira vez em uma escola regular de inglês no mês de Julho desse ano, em um intensivo. E depois do fim desse curso, iniciei aulas particulares 2h por semana. Tudo o que sei, aprendi assistindo filmes e séries, ouvindo músicas e buscando os significados sozinhas. Porque eu gosto de inglês. Ela demonstrou surpresa e me parabenizou por eu ter conseguido manter o diálogo tão bem. Isso foi decisivo para a maneira que eu entrei para fazer o teste. Eu ainda estava nervosa, mas bem mais confiante.
O teste em si durou meia hora. Se eu pudesse dar uma única dica seria: ESTUDEM OS ARQUIVOS DOS GRUPOS DO FACEBOOK. Lá eles descrevem os diálogos exatamente como são e isso facilitou muito minha vida.
LISTENING: Na primeira fase você ouve diálogos que variam de 1 a 3 minutos e precisa responder algumas perguntas com alternativas a respeito desses diálogos.
SPEAKING: Na segunda fase, duas perguntas e você tem alguns segundos para elaborar a resposta e mais alguns para responder.

Minhas perguntas foram:
1 - Talk about your best friend in school.
2 - Who is the most important person in your life? Who is your hero nowadays?

Em suma: é um teste fácil! Meu resultado saiu 8 dias úteis depois, com nível Intermediate, suficiente para eu embarcar. Se eu estivesse mais calma, tenho absoluta certeza que teria conseguido um resultado melhor, então a dica é: estudem os arquivos e controlem o nervosismo. Aí não tem erro!

Agora, olhem que lindo o meu certificado haha


Um beijo forte,




quinta-feira, 25 de setembro de 2014

ITEP

Postado por Sabrina Fávero às 12:04 0 comentários
Faltam dois dias para que eu faça o temido ITEP (Internacional Test of English Proficiency). A Au Pair in America usa o ITEP como meio de definir se suas candidatas ao programa de Au Pair estão aptas à viajar, de acordo com o nível de Inglês que possuem. É requisito que você possua o nível Intermediário para que sua ida aos Estados Unidos seja aprovada. O ITEP é classificado em uma escala de 0 a 6, sendo que:

Level 0:  Beginning
Level 1:  Elementary
Level 2:  Low Intermediate
Level 3:  Intermediate
Level 4:  High Intermediate
Level 5:  Low Advanced
Level 6:  Advanced

É preciso um resultado mínimo 2 para que você seja aprovada. Após dois meses que eu dei entrada no processo e com o application quase completo, decidi marcar meu teste. Tenho estudado Inglês com bastante frequencia desde o começo desse ano, que foi quando decidi que eu sairia do país assim que eu concluísse minha graduação e consigo manter um diálogo sem grandes problemas. Meu conhecimento sobre gramática deixa um pouco a desejar, mas isso é algo que eles relevam uma vez que estou indo aos Estados Unidos para estudar a língua também.
Anyway, estou um pouco nervosa e tenho medo de isso me atrapalhar no sábado, mas acredito que tudo dê certo.
Conto depois, torçam por mim!

Beijos, 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

E como eu quero!

Postado por Sabrina Fávero às 13:00 0 comentários

terça-feira, 29 de julho de 2014

A Escolha da Agência

Postado por Sabrina Fávero às 14:04 0 comentários
Quando você decide ser Au Pair, o primeiro passo é usar a internet como sua aliada. Tudo o que precisamos saber acerca do programa e das agências que fornecem o programa é facilmente localizado com uma busca "Au Pair" no Google. Quando eu finalmente decidi que iria, já conhecia todas as normas que regem o intercâmbio, mas não tinha nem ideia de qual agência seria escolhida por mim.
É importante ressaltar que quando nós escolhemos nossa agência aqui no Brasil estamos, automaticamente, escolhendo a agência que irá nos dar o suporte nos EUA e isso é o mais importante. Embora o processo no Brasil seja burocrático e necessitemos de muita ajuda para concluir, a ajuda lá no país onde ninguém fala sua língua e você está "sozinha"é incontavelmente mais séria.
Como ponto de partida, sugiro pra você que está cogitando a possibilidade de ser Au Pair, a ler esse texto:

http://oblogdas30aupairs.blogspot.com.br/p/escolha-sua-agencia.html

Nele você vai encontrar os detalhes de cada uma das agências que trabalham com Au Pair no Brasil, quais seus prós e contras e valores. Minha dúvida maior ficou entre STB (representante da Au Pair Care) e Experimento (representante de Au Pair in América). Essa dúvida surgiu principalmente pela diferença de valores - a Experimento é cerca de R$2.000,00 mais cara! E qual foi o fator decisivo de escolha?
1 - Conheço três meninas (pessoalmente, da faculdade, da escola e etc.) que foram e já voltaram, duas que estão lá e uma que está no processo de escolha de família e todas, todas mesmo, me recomendaram a agência enfaticamente.
2 - Do mesmo modo que você possui uma agente aqui que te da todo o suporte, você possui uma coordenadora nos EUA que vai ser pra quem você deve correr quando estiver em apuros (elas são conhecidas como "LCC"). Nas demais agencias, esse é um trabalho VOLUNTÁRIO. Por mais estranho que seja, elas se voluntariam a ajudar as Au Pairs. Na Au Pair in America (conhecida como APIA) elas são contratadas, e recebem um salário para isso. O que me deu muito mais segurança, simplesmente porque não é um favor, elas recebem pra nos ajudar.

No fim das contas, a na escolha da agência, resolvi não contar com a sorte. É a mais cara e a que mais tive boas referências, decidido.

Agência: 26 de Julho de 2014
Inscrição na Experimento (APIA) Cambuí, agente Natália. 



quarta-feira, 16 de julho de 2014

A Decisão!

Postado por Sabrina Fávero às 05:14 0 comentários
          Para que todo e qualquer sonho seja passível de realização, precisamos primeiro, decidir realizá-los. O anseio em conhecer outro país me acompanha desde muito jovem, mas nunca saiu do âmbito do "irrealizável" até então. Após ver o fim da minha graduação cada vez mais próximo, percebi que era o momento de viver tudo o que posterguei por medo e tantos outros motivos ao longo desses quatro anos de maioridade.
            Quando essa decisão foi tomada, eu já conhecia diversos tipos de intercâmbio de estudo e trabalho, bem como as possibilidades de viajar como turista. Acontece que, quando o programa não era muito caro pra mim, era bastante vazio. O desejo sempre foi estudar fora, e não somente passar alguns dias fotografando em pontos turísticos. Pelo menos não agora, onde estou me constituindo como profissional.
            De todas as possibilidades viáveis, o programa de Au Pair sempre foi o mais coerente pra mim. O problema era: ele tem como prazo mínimo um ano e como passar tanto tempo longe de todo mundo que eu amo? Esse ERA o problema. Com o amadurecimento dos últimos tempos, compreendi que um ano é quase nada em uma vida que apenas começou a ser vivida e que os benefícios colhidos ao longo do tempo após esse um ano poderiam ser desfrutados não só por mim, mas também por aqueles que tanto amo e que, a princípio, me impediam de ir. Com a clareza e convicção de que meu momento de ser Au Pair havia chegado e, mais que isso, não voltaria caso eu não o aproveitasse agora, decidi irrefutavelmente que eu iria.
            Se por um lado eu sempre fui muito apegada à minha família, por outro eles também sempre tiveram o mesmo apego por mim. Eu sabia que se pra que eu finalmente decidisse desatar as amarras demandou tanto tempo, pra eles não seria diferente. No primeiro momento, quando você conta para as pessoas sua decisão, eles não te levam muito a sério.
            “Como ela vai deixar tudo aqui, emprego, família, amigos, estabilidade, pra ser babá?” “Aqui ela já tem o lugar dela, qual o sentido de abandonar tudo pra viver na casa dos outros?” “Besteira. Logo ela desiste.”
            Mas eu não desisti, não dessa vez. Pedi passaporte. Entrei no intensivo de inglês. Escolhi a agência.  Pedi apoio e informei meus superiores no trabalho. Dessa forma, com todo amor que sempre me foi oferecido, minha família compreendeu, aceitou e abençoou. O sofrimento que vi nos olhos da minha mãe transformou-se em esperança, alegria até. E desde então, ela tem me dado total apoio e dito com freqüência, com uma voz trêmula de medo e saudades antecipadas: “Filha, você tem que ir. É sua chance!”
            Quem decide seu Au Pair deve estar ciente que vai ouvir tantas e inúmeras coisas desagradáveis, mas que não deve se deixar abater por isso porque o excesso de cuidado, as vezes, vem de maneira que acaba nos magoando. Mas é só amor e preocupação. Os mais antigos vão te dizer que você vai ser capturada para prostituição. Os mais novos vão dizer que você vai encontrar um marido e conseguir um green card, pra nunca mais voltar. Só algumas poucas pessoas vão entender que você decidiu ir pra crescer, pra sair da zona de conforto e voar.
            Você precisa saber pra onde vai e porque vai. Não é um “sonho americano”. Não é só viajar, comprar qualquer coisa. Envolve muito mais responsabilidade do que diversão. Você vai estar na casa de pessoas que nunca viu, responsável pelo bem mais precioso que eles possuem: seus filhos. Isso é ser Au Pair (que pretendo abordar com mais profundidade em outro momento).
            Enfim, decisão tomada, família apoiando, chegou o momento de entrar no processo – demorado, burocrático, cansativo, infindável. Nesse momento tantas dúvidas surgem que você nem sabe por onde começar. Foi ai que encontrou refúgio nos demais blogs que abordam o assunto. O fato de ter aprendido quase tudo com essas pessoas que dedicam algum tempo de vida compartilhando suas experiências em blogs/vlogs me motivou a escrever também. Nada mais justo! Cada experiência possui suas particularidades e quanto mais conhecemos, mais fáceis de transpor os obstáculos se tornam.
            Meu processo ainda está no início e, portanto, vou poder compartilhar muitas coisas aqui. Espero que elas sejam, em sua maioria, felizes. Das que não forem assim tão alegres, que eu aprenda o máximo possível.

            Um grande beijo,
            Sá.
 

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